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quarta-feira, 12 de março de 2014

7 Pecados do Concurseiro

A jornada rumo à aprovação em um concurso público exige do candidato muita disciplina, determinação e certos cuidados. É comum entre os concurseiros de primeira viagem cometer erros devido à falta de orientação e experiência em concursos públicos. Estar atento às dicas repassadas por especialistas, professores e candidatos mais experientes fará a diferença na preparação do estudante.
7 Pecados do Concurseiro
Leia e coloque em prática:

1) Fazer a inscrição em um concurso sem ler o edital

O candidato deve prestar atenção às exigências do edital para não ter surpresas desagradáveis. Não basta apenas ler o conteúdo programático e as datas das provas, por exemlo, é preciso verificar tópicos importantes, como condições para exercer determinado cargo, remuneração, carga horária de trabalho, cidade em que será lotado, dentre outros pontos.

2) Estudar só quando o edital do concurso for lançado

É ilusão o candidato achar que conseguirá estudar todo assunto exigido e obter bom desempenho na prova com uma preparação de apenas dois ou três meses. Outro erro cometido pelos concurseiros é, depois de uma reprovação em um concurso, passar meses sem estudar. O ritmo de estudo deve ser mantido. Afinal, para concurso estuda-se até passar e não para passar.

3) Fazer concuros de áreas completamente diferentes, como judiciária e bancária

O concurseiro deve planejar a sua preparação, definir as matérias que estudará e persistir até conseguir a aprovação nos concursos da área que escolheu. Claro que o estudante pode participar de seleções de outras áreas, desde que tenham conteúdo semelhante ao da área definida inicialmente.

4) Não elaborar um cronograma de estudo

Concurseiros que passam para o papel a rotina diária de estudo conseguem, na maioria das vezes, estudar todo conteúdo exigido em determinado concurso. Com o planejamento, o estudante torna-se mais disciplinado e motivado à medida que consegue colocar em prática o que foi estabelecido.

5) Não fazer exercícios

Para obter um melhor rendimento, é fundamental colocar em prática o que foi estudado. Além de testar os seus conhecimentos, resolver questões permite aos concurseiros conhecer a maneira que cada organizadora aborda os assuntos.

6) Estudar por qualquer resumo ou apostila disponibilizados na internet, sem saber a procedência

Existem muitos materiais voltados para concursos públicos repletos de erros. Os concurseiros devem ficar atentos e preferir os materiais indicados por professores ou pessoas experientes na área de concursos públicos.

7) Ficar desanimado ao ouvir algum comentário ou piadinha de mau gosto por estudar há mais de 2 anos

Por exemplo, e não ter obtido a aprovação em um certame. Para o concurseiro que não trabalha, esse tipo de situação é mais comum. A dica é não dar importância a opiniões dessa natureza. Com esforço, disciplina e dedicação, você conseguirá a aprovação e isso será a melhor resposta!
Fonte: Luta de um Concurseiro

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Técnicas de Redação Forense

A redação é um  instrumento de trabalho dos comunicadores em geral e, de modo específico, dos operadores do direito (juízes, promotores, advogados, servidores da Justiça). A redação técnica difere da literária pelas suas finalidades e pela sua forma: “é uma comunicação objetiva, obedecendo a uma padronização que facilita o trabalho e dá ao redator mais segurança de sua eficiência. Caracteriza-se pelo texto em nível culto, gramaticalmente correto, claro, objetivo e com vocabulário adequado à área de atuação”.

Escrever bem, antes de ser uma arte, é uma técnica, que exige conhecimentos de gramática e estilo, mas se desenvolve e aperfeiçoa com a prática da redação. Para isso, são necessários recursos técnicos (escrever o que, para quem?), adquiridos com o constante exercício da reflexão, da leitura e do trabalho silencioso de escrever, sem medo de errar e sem preguiça de corrigir os erros e melhorar o texto.

Durante os últimos anos venho publicando notas e artigos sobre questões de português e de redação, nos informativos  “Paulistão” (do Gabinete de Trabalho dos Desembargadores)  e InterAÇÃO (da Escola Paulista da Magistratura). Tenho proferido palestras a novos juízes e ministrado aulas de redação jurídica e forense em faculdades e em  cursos de preparação para  concursos. Aos  servidores do Tribunal de Justiça, tenho ministrado inúmeros cursos de redação.

O resultado desse trabalho é reunido agora, neste volume,  que contém os principais pontos examinados  por mim, com a participação dos meus leitores, alunos e dos servidores  judiciários, os quais sempre trazem questões novas  (e às vezes ótimas soluções), enriquecendo a reflexão e o estudo de temas do vernáculo e da técnica de redação.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Dicas para Concurso Público





Os 7 pecados capitais que os concurseiros não podem cometer

QUAIS SÃO OS SETE PECADOS CAPITAIS QUE O CONCURSEIRO NÃO DEVE COMETER?
Os pecados capitais levam ao inferno, os do concurso à reprovação, desânimo e desistência.
Os pecados capitais são os seguintes: gula, soberba, inveja, preguiça, ira, luxúria, avareza.
Vamos vê-los agora em sua manifestação “concursândica”. 

 A gula é a pressa de passar. Como sempre digo: concurso se faz não para passar, mas até passar. Assim, esqueça a pressa e comece a estudar com regularidade, planejamento e antecedência. Os concursos estão vindo aos montes, e continuarão assim. A aprovação é resultado de um processo longo, mas é algo que você – se trabalhar direito – pode contar. 

 A soberba é a arrogância, o achar que já se é o “Sabe-Tudo”, o “rei da cocada”. Muitos candidatos inteligentes e bem formados são vítimas da soberba, ao passo que os menos capazes, mas esforçados, chegam lá, assim como na história da corrida da lebre com a tartaruga. A humildade nas aulas, no estudo, nas provas, em todo o processo, enfim, é o caminho para a glória. 

A preguiça. Nem é preciso escrever nada. A palavra é auto-explicativa. Mas deixe-me 
dizer uma coisa: eu sou meio preguiçoso. Só que sempre fazia o que devia ser feito, 
quando, me imaginava desempregado e sem grana, caso deixasse a preguiça me dominar. 

 A inveja acontece quando o concurseiro fica vigiando a vida, as notas e as coisas boas que os outros possuem ao invés de ir resolver a própria vida. É impressionante como as pessoas pecam ao se compararem com os outros e dedicarem-se à reclamação e à autocomiseração em vez de estudarem e treinarem. 

 A ira representa deixar-se estourar, ou desanimar, pela enorme quantidade de fatos que têm justificadamente esse condão: cansaço, carteiras duras (do curso e a sua), dificuldades com a família, com a matéria, os absurdos ou fraudes em concursos, taxas de inscrição abusivas etc. haja paciência! (ops! Estamos falando de pecados e não de virtudes...). Nessas horas, não adianta irar-se. O jeito é ir estudar, pois um dia a gente passa, apesar de tudo. 

A luxúria é talvez o maior pecado. Veja nela o lazer exagerado, as viagens, passeios 
baladas e tudo o mais que é delicioso, um luxo, e que nos tira tempo para estudar e trinar. Pois bem, equilibrar estudo e lazer, administrar bem o tempo e saber estabelecer as prioridades é essencial para chegar ao reino dos céus, digo, da nomeação. 

A avareza tem duas manifestações. A primeira, do candidato, quando economiza nos 
investimentos necessários para ser aprovado. Vale a pena escolher os melhores livros, 
cursos e gastos, que incluem até mesmo os exames de saúde para estar bem e enfrentar a maratona dos concursos. A segunda avareza, a pior delas, ocorre quando o cidadão passa e deixa de utilizar o cargo e os poderes e competências dele para o bem da coletividade. Não sejamos avaros com o país, nem com o povo que o (e nos) sustenta. Ao passar, para não ser blasfemo, herege ou apóstata, é preciso devolver ao povo o quanto nós custamos. Isso pode ser feito com trabalho, eficiência, simpatia, honestidade e entusiasmo. Cumprir o dever, e se puder, um pouco mais. 

Pois é, que Deus nos livre dos pecados capitais e do concurso. E que façamos nossa parte, dando nossa parcela de fé e sacrifício, para chegarmos à Terra Prometida, ao Paraíso, com méritos dos santos. “Santo”, por sinal, significa, etimologicamente, “separado”. Gente que passa em concurso é assim: meio diferente da média, mais dedicada, mais focada. Isso é santidade. 
No fim, os votos de que alcancemos os frutos do Espírito, que, na Bíblia (Gálatas 5:22), se opõem aos pecados capitais: amor, alegria, paz, paciência, delicadeza, bondade, fidelidade, humildade e domínio próprio. E, claro, passar em concursos. 

William Douglas é Juiz Federal, professor universitário e autor de vários livros sobre concurso público. 
Visite o site: www.williamdouglas.com.br